Ocorrência E Classificação De Rebordos Edêntulos Na Região Anterior Da Maxila E Mandíbula

Título: OCORRÊNCIA E CLASSIFICAÇÃO DE REBORDOS EDÊNTULOS NA REGIÃO ANTERIOR DA MAXILA E MANDÍBULA
Data: 2006
Autor: Bruna Oliveira Lopes Gaspar
Orientador: Profa. Dra. Estela Santos Gusmão
Coorientador:
Resumo: Um estudo transversal por amostragem foi conduzido objetivando identificar a ocorrência e classificação dos rebordos edêntulos na região anterior da maxila e mandíbula, além de registrar a razão das perdas dentárias, relacionando-as com o sexo e a idade, nos pacientes inscritos para tratamento nos Cursos de Periodontia, Prótese Dentária, Prótese Removível e Dentística Restauradora, na Escola de Aperfeiçoamento Profissional – EAP, da Sociedade dos Cirurgiões Dentistas de Pernambuco – ABO/PE e no Plano de Saúde Interdont. A amostra foi aleatória de conveniência de 200 pacientes. A identificação da presença ou ausência e a classificação dos rebordos edêntulos foram realizadas através de exame clínico de inspeção visual, seguido de questionamento verbal ao paciente para saber a etiologia da perda dentária e preenchimento da ficha clínica. A análise dos resultados revelou que 28,5% dos pacientes apresentaram rebordos edêntulos na região ântero-superior e 6,5%, na região ântero-inferior, sendo a cárie a principal etiologia das perdas dentárias tanto no sexo feminino como no masculino e em todas as faixas etárias, representando 64,3% dos casos. Observou-se um valor significativo estatisticamente (p < 0,05), relacionando-se a perda de dentes na maxila e mandíbula, indicando que a maxila foi à região mais afetada. O defeito de rebordo mais prevalente foi o de classe III de Seibert. Os achados demonstraram que se torna importante a prevenção da perda dentária para evitar uma alta prevalência de defeitos de rebordos após exodontias.